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Blatter critica média de gols e estuda mudança de regras
Gazeta Press
Munique (Alemanha) - O baixo número de gols na Copa do Mundo está preocupando o presidente da Fifa, Joseph Blatter. A média de apenas 2,27 tentos por partida é a segunda pior da história, ficando atrás apenas de 1990 (2,21). Dessa forma, o dirigente admite até a possibilidade de mudar as regras do futebol para motivar o aumento de bola nas redes.
“O futebol não está sendo ruim, mas não há gols suficientes e, quando temos tão poucos gols, o público não fica muito entusiasmado. Vamos fazer um grande congresso com os 32 técnicos, os árbitros e o grupo de estudos técnicos da Copa do Mundo. Queremos ouvir o que eles têm a dizer sobre o que podemos fazer para o futebol ficar ainda mais atrativo”, comentou.
Se as duas partidas que ainda restam na Copa (final e decisão do terceiro lugar) terminarem com empate de 0 a 0, a média de gols na Alemanha será ainda pior que a do Mundial de 1990.
Apesar de estudar a hipótese de alterar a regra do impedimento e até mesmo aumentar o tamanho das metas, Blatter rechaça a possibilidade de diminuir para dez o número de jogadores por time.
“Se o jogo for aberto, há lugar suficiente para 11 jogadores”, justificou
Escrito por lumacieira5 às 22h43
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Medida Provisória
Atleta que joga no exterior pode ficar fora da seleção
O Projeto de Lei 7283/06, do deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR), proíbe a convocação, para a seleção brasileira de futebol, de jogadores que estejam atuando no exterior. Conforme o projeto, eles só podem integrar a seleção se estiverem jogando no Brasil nos 12 meses anteriores à competição internacional. Essa proibição se estende ao técnico e demais integrantes da comissão técnica. Além disso, os jogadores estrangeiros e os que tiverem dupla nacionalidade também não poderão integrar a seleção. "Em muitas competições internacionais, a seleção é representada por jogadores que há anos atuam fora do Brasil ou obtiveram dupla nacionalidade", constata Hauly. O parlamentar acredita que restringir a convocação de atletas para a seleção brasileira vai incentivar os jogadores de alto nível a continuar defendendo equipes nacionais. A seleção brasileira na Copa do Mundo na Alemanha tinha 20 jogadores atuando em clubes internacionais e apenas três jogando em times brasileiros (Rogério Ceni, Ricardinho e Mineiro). "O Brasil deveria ser a 'pátria de chuteiras', mas o que temos visto são 'chuteiras sem pátria'", lamenta o parlamentar.
Escrito por lumacieira5 às 22h29
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FINALISTAS
1ªR 2ªR 3ªR Classif.Oitavas quartas semi-(total)
M.CLARA - 33+ 38+ 31+ 25+ 6 + 10 + 0 (=143)
RAFA - 32+ 34+ 26+ 20+ 20 + 4 + 8 (=144)
ARANHA - 26+ 31+45 + 16+ 14 + 6 + 0 (=138)
HUMBERTO -31+ 33+ 22+ 20+ 18 + 0 + 6 (=130)
ANCELMO - 43+22+ 24+ 19+ 13 + 4 + 0 (=125)
FLAVIO - 26+34 + 26+ 21+ 12 + 6 + 0 (=125)
LUCIANO - 37+17 + 27+15 + 20 + 6 + 0 (=122)
FERNANDO - 39+ 23+ 20+15 + 11 + 4 + 0 (= 112)
J. MARCOS- 29+24+ 26+20 + 5 + 6 + 0 (=110)
PAULO - 23 + 15 + 28 + 19 + 0 + 0 (=85)
Escrito por lumacieira5 às 09h05
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FINAL DA EUROCOPA
Alemanha x Portugal
Itália x França
Escrito por lumacieira5 às 08h52
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Liberdade, liberdade








Escrito por lumacieira5 às 14h30
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Porque me ufano
Escrito por lumacieira5 às 13h59
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Futeblog
A verdade é que, o futebol, como a conquista amorosa, não tem muito mistério: é bola na rede. O jogo tem regras simples, o repertório de táticas é finito e conhecido. Há um mínimo de lógica, mas um máximo de surpresa também. Por isso, tantas esperanças. Há dois mil anos a massa quer milagres, sempre escassos. Mas as zebras estão em extinção. Vivemos tempos de barbadas, bingo. E pensar que nem sempre foi assim. O verdadeiro amor ao futebol é anônimo. Está em bater bola sozinho contra a parede.Pode mesmo ser coletivamente anônimo, como num grupo de guris que inventam um campo em qualquer mínima superfície possível. O futebol é uma entrega. Entrega da razão, inclusive.
Mas nenhuma paixão pode se alimentar só de tesão e glórias. E também por isso, a coisa é tão vital. Vital para o Brasil. Vital para a Nike e para Galvão Bueno, e para cada anônimo espectador das ruas. Não vou viver o suficiente para ver a razão explicando por que as coisas são assim. Porque um time joga divinamente um dia, e no outro é de uma falta de empenho e posicionamento desprezíveis. São 180 milhões de órfãos, e um prejuízo que a CBF ainda está avaliando quantos zeros tem. Mas é bem vinda a volta à realidade.
Escrito por lumacieira5 às 10h04
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O Mestre
eu disse que a culpa era de Lula
Lula Marques/Folha Imagem
No esforço que empreendeu para vincular sua imagem à da seleção brasileira, Lula tabelou com Ricardo Teixeira, o mandachuva da CBF.
Pediu para ser visitado por um grupo de jogadores antes da viagem à Alemanha. Combinou-se que Roberto Carlos e Robinho iriam ao
Palácio da Alvorada. Na última hora, Robinho escapou da armadilha.
Restou Roberto Carlos. O casal Silva cercou-o de mesuras, num encontro convenientemente aberto para a imprensa. Em dado momento,
dirigindo-se aos fotógrafos, Lula disse que eles já haviam ganhado o dia. E pediu que o deixassem a sós com o lateral.
Iria "ensinar" a ele como deveria jogar para “ganhar a Copa”.
(do blog do Josias)
Escrito por lumacieira5 às 09h40
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tirou da minha boca
Tostão
Agora acabou
O título na Copa das Confederações foi uma ilusão, mas o futebol continua
ESTOU decepcionado. Sei como é triste para um atleta ser eliminado de uma Copa. Não esqueço a viagem de volta da Inglaterra para o Brasil após o fracasso de 66. Senti-me despedaçado. Pensei em nunca mais jogar futebol.
Quatro anos depois, fui campeão do mundo. A vida é assim, feita de derrotas e de vitórias. O Brasil mudou de esquema tático, de jogadores,
mas não mudou na postura de marcar muito atrás, dando toda a liberdade para a França tocar a bola desde a defesa até à intermediaria brasileira.
A França foi muito melhor durante todo o jogo. Zidane deu um show de bola. Um espetáculo. Gilberto Silva, em vez de marcá-lo de perto, jogou recuado, sem função.
Além da péssima atuação coletiva, todos os jogadores do Brasil tiveram péssimas atuações individuais.
Uma lástima. Sei que muitos leitores gostariam que eu escrevesse que os jogadores não se empenharam, pois estão ricos e famosos,
que as estrelas são atletas enganadores, que os veteranos não conversavam com os novos, que a patrocinadora da seleção escala o time e outras coisas desse tipo.
Estou também indignado, mas não posso criticar baseado em suposições. Prefiro criticar o que vi e percebi, como os treinos diários com os jogadores fora de posição e em um campo pequeno.
Isso não tem nada a ver com uma situação de jogo. Por outro lado, durante 40 dias o Brasil não fez um único treino com o esquema tático de hoje, com três volantes, que já não tinha dado certo nas eliminatórias. A conquista da Copa das Confederações e a goleada sobre a bastante desfalcada Argentina nessa competição foram uma ilusão.
O mundo achou que o Brasil tinha uma seleção maravilhosa, que ganharia fácil o Mundial.
Parreira é o responsável pela escalação do time e pelo esquema tático, mas não é o único culpado. Ele cometeu vários erros, principalmente o de não dar condições para que as estrelas do time jogassem como nos seus clubes.
Mesmo assim, eles poderiam ter jogado muito melhor. Foram uma decepção. O Brasil está fora da Copa. Acabou. Mas o futebol continua.
Escrito por lumacieira5 às 09h33
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é o bicho

Escrito por lumacieira5 às 09h24
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